Comecei a programar em 2012, na iClouds, em Itapetininga. PHP e jQuery, aprendendo no susto. Em 2014 fui pra Communicar, em Sorocaba. Cheguei pra dar suporte e acabei construindo jogos infantis para fonoaudiologia, encontrando vulnerabilidades no sistema, propondo melhorias. Foi onde aprendi que ter iniciativa muda o tipo de trabalho que chega na sua mesa.
Em 2015 entrei na GFT como júnior. Em quatro anos passei pelos níveis L1, L2 e L3, encabeçando projetos grandes ainda como júnior, ganhando confiança dos gestores. De outubro de 2015 a janeiro de 2017 morei na Itália trabalhando num projeto on-site, fazendo reuniões em italiano (que aprendi na prática, hoje um pouco enferrujado).
Em 2020 entrei na Goomer no momento mais crítico possível: a virada da pandemia. Encabecei o Goomer Go do zero, hoje conhecido como Delivery e QR Code da Goomer. É o projeto que mais tenho orgulho na carreira.
A virada para gestão foi gradual. Comecei sendo referência técnica, depois lead de front-end, e em 2022 a Goomer precisou de alguém na cadeira de Engineering Manager. Eu sabia que tinha o potencial e estava me preparando para algo do tipo. Mas virar gestor dos meus antigos pares foi uma curva de aprendizado real. Aprendi gestão fazendo gestão.
Hoje lidero times de Android, back-end e full-stack, e estou bem no meio da transformação AI-native da engenharia.